Guia para síndicos e administradoras
A mobilidade elétrica chegou aos condomínios de São Paulo.
E a forma como o seu condomínio recebe essa mudança começa com você.
Como preparar o prédio para essa nova realidade — com segurança, conformidade técnica e tranquilidade.
Agendar avaliação gratuitaA demanda que já chegou
Uma curva que só cresce
- 44%
de toda a frota plug-in brasileira está em São Paulo — a maior concentração do país
- +125%
de crescimento nas vendas de eletrificados no 1º semestre de 2026 frente a 2025
- 950 mil
veículos eletrificados em circulação no Brasil — a caminho de 1 milhão
| Ano | Valor |
|---|---|
| 2016 | 1 |
| 2017 | 3 |
| 2018 | 4 |
| 2019 | 12 |
| 2020 | 20 |
| 2021 | 35 |
| 2022 | 49 |
| 2023 | 94 |
| 2024 | 177 |
| 2025 | 224 |
| 2026* | 271 |
Veículos eletrificados leves (BEV + PHEV + HEV + HEV Flex). *2026: acumulado de janeiro a julho. Série exclui micro-híbridos (MHEV) a partir de 2025, conforme metodologia ABVE.
Fontes: ABVE / Tupi Mobilidade (mai/2026) · ABVE Data, via SMABC (set/2026) · ABVE, via CNN Brasil (jul/2026) · ABVE — balanços anuais, 1º semestre e julho de 2026 (jul/2026).
Por que isso já é decisão do síndico
Dois números que movem a decisão para dentro da garagem
- 80%
de toda a recarga de veículos elétricos no Brasil acontece em ambiente residencial — não em postos públicos
- +80%
foi o crescimento da procura por instalação de carregadores em condomínios no 1º semestre de 2026
Cada vez mais moradores perguntam ao síndico onde e como podem carregar seus veículos.
Fontes: ABVE, via Tupimob (2026) · GreenV, via Portas.com.br e Condomínio Interativo (2026).
O marco legal · Lei 18.403/2026
O que a lei garante ao morador — e o que ela exige
Direito individual assegurado
Sancionada em fevereiro de 2026, garante ao condômino o direito de instalar estação individual de recarga em sua vaga de garagem privativa.
Válida para todo o Estado
A norma se aplica a edificações residenciais e comerciais em todo o Estado de São Paulo.
Projeto assinado e normas técnicas
Exige conformidade com normas técnicas vigentes e apresentação de projeto assinado por profissional habilitado.
Recusa exige justificativa técnica
O condomínio não pode negar a instalação sem justificativa técnica ou de segurança devidamente fundamentada.
Uma mudança de cenário que já está em vigor — não uma possibilidade futura.
Fontes: Lei Estadual nº 18.403/2026 (ALESP) (fev/2026) · CNN Brasil, Metrópoles e Migalhas (fev/2026).
A vantagem de se antecipar
Condomínios que se organizam agora saem na frente
Sem um projeto único
- Cada morador contrata uma empresa diferente, em momentos diferentes
- Padrões técnicos distintos convivendo na mesma instalação elétrica
- Capacidade de carga do prédio sem planejamento conjunto
Com um projeto único
- Um único padrão técnico, pensado para todo o condomínio
- Capacidade elétrica planejada para atender moradores atuais e futuros
- Comodidade e segurança reconhecidas como diferencial do empreendimento
A lei garante o direito individual. A organização é o que garante a segurança e o conforto de todos.
O custo da instalação improvisada
O que está em jogo quando não há projeto técnico
Risco
Sobrecarga da rede elétrica
Instalações informais podem sobrecarregar a rede elétrica do prédio, sem dimensionamento de carga adequado.
Como a ERA evita
Sobrecarga da rede elétrica
Estudo de carga e capacidade elétrica planejada para moradores atuais e futuros.
Risco
Risco real de incêndio
Sem projeto técnico e proteção adequada, o risco de incêndio deixa de ser hipotético.
Como a ERA evita
Risco real de incêndio
Projeto conforme NBR 5410 e NBR 17019 e atendimento às normas do Corpo de Bombeiros.
Risco
Prejuízo financeiro
Em caso de sinistro sem responsabilidade técnica formalizada, o prejuízo recai sobre o condomínio.
Como a ERA evita
Prejuízo financeiro
Responsabilidade técnica formalizada, com ART assinada por profissional habilitado.
Risco
Passivo jurídico para o síndico
Decidir sem embasamento técnico expõe o síndico e o condomínio a responsabilização.
Como a ERA evita
Passivo jurídico para o síndico
Conformidade documentada, do diagnóstico à entrega da infraestrutura.
A boa notícia: esses riscos têm solução conhecida — um projeto técnico bem executado, desde o início.
Fontes: Energisa e setor elétrico, via reportagens especializadas (2026) · Conexão Tocantins (set/2026).
O que a conformidade técnica exige
Conformidade técnica, ponto a ponto
Estudo de carga
Análise da capacidade elétrica disponível no condomínio.
NBR 5410
Norma brasileira de instalações elétricas de baixa tensão.
NBR 17019
Norma específica para instalações elétricas de alimentação de veículos elétricos.
ART ou RRT
Anotação ou Registro de Responsabilidade Técnica, com projeto assinado por profissional habilitado.
Corpo de Bombeiros
Normas de segurança contra incêndio aplicáveis à instalação.
Gestão inteligente de energia
Controle de carga para evitar ultrapassagem da capacidade contratada.
Fontes: ABNT NBR 17019:2022 · ABNT NBR 5410 · Lei Estadual nº 18.403/2026 (ALESP) (fev/2026) · Metrópoles (fev/2026).
Como funciona
Um processo claro, do diagnóstico à operação
Da análise técnica de viabilidade e carga elétrica até a entrega da infraestrutura pronta — em conformidade com a NBR 5410, a NBR 17019 e as exigências do Corpo de Bombeiros. Você acompanha cada etapa, mas não caminha sozinho em nenhuma delas.
Etapa 01: Diagnóstico técnico
Análise de viabilidade e estudo da capacidade de carga elétrica disponível no condomínio.
Etapa 02: Projeto de infraestrutura
Elaboração conforme NBR 5410, NBR 17019, concessionária e Corpo de Bombeiros, com ART assinada.
Etapa 03: Instalação
Execução da infraestrutura e dos carregadores por equipe especializada.
Etapa 04: Acompanhamento contínuo
Suporte permanente ao síndico e aos moradores após a entrega.
01 Diagnóstico técnico
Análise de viabilidade e estudo da capacidade de carga elétrica disponível no condomínio.
02 Projeto de infraestrutura
Elaboração conforme NBR 5410, NBR 17019, concessionária e Corpo de Bombeiros, com ART assinada.
03 Instalação
Execução da infraestrutura e dos carregadores por equipe especializada.
04 Acompanhamento contínuo
Suporte permanente ao síndico e aos moradores após a entrega.
O mercado de recarga residencial já é uma realidade consolidada no Brasil — a ERA leva essa experiência para dentro do seu condomínio.
Etapas de referência; prazos variam conforme o porte e a complexidade do condomínio.
Soluções ERA
Do carregador de parede à recarga rápida: a potência certa para cada vaga
A ERA oferece carregadores AC de 7, 11 e 22 kW para as vagas privativas e DC de 40, 60 e 80 kW para vagas compartilhadas e de alta rotatividade. O estudo de carga define a combinação que o prédio comporta.

7 kW
ACCorrente alternada · vaga privativa
6 h 40 minde 10% a 80% da bateria
+48 km de autonomia por hora
11 kW
ACCorrente alternada · vaga privativa
4 h 15 minde 10% a 80% da bateria
+75 km de autonomia por hora
22 kW
ACCorrente alternada · vaga privativa
2 h 5 minde 10% a 80% da bateria
+150 km de autonomia por hora
40 kW
DCCorrente contínua · vaga compartilhada
1 h 10 minde 10% a 80% da bateria
+273 km de autonomia por hora
60 kW
DCCorrente contínua · vaga compartilhada
45 minde 10% a 80% da bateria
+409 km de autonomia por hora
80 kW
DCCorrente contínua · vaga compartilhada
35 minde 10% a 80% da bateria
+545 km de autonomia por hora
- * Estimativa para uma bateria de 60 kWh, de 10% a 80%, com 90% de eficiência; autonomia calculada com o consumo de um compacto elétrico (13,2 kWh/100 km).
- * A potência efetiva é a menor entre a do carregador e a que o veículo aceita: em AC, muitos modelos limitam a recarga a 7 ou 11 kW.
Fontes: ERA Mobilidade — portfólio de carregadores (2026) · Estimativa ERA Mobilidade: tempos teóricos de recarga a partir de premissas próprias · Inmetro / PBEV.
O resultado
Um condomínio preparado para a próxima década da mobilidade
Moradores carregando seus veículos com segurança, dentro de um padrão técnico único. O condomínio reconhecido como referência entre os vizinhos. E o síndico com o tema resolvido, documentado — e fora da lista de preocupações.
- Segurança elétrica garantida
- Conformidade documentada
- Valorização do empreendimento
- Tranquilidade para o síndico
5 a 7%
de valorização estimada do imóvel com infraestrutura de recarga instalada
* Referência de mercado. Resultados variam por condomínio.
Fontes: Referência de mercado para valorização de imóveis com infraestrutura de recarga (2026).
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns de síndicos e administradoras
Fontes: Lei Estadual nº 18.403/2026 (ALESP) (fev/2026) · ABNT NBR 5410 · ABNT NBR 17019:2022 · ERA Mobilidade — Guia estratégico para síndicos e administradoras (2026).
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